Manipulado…

Manipulado…

Tu escolhes!

Todos temos momentos em que nos sentimos manipulados ou momentos em que sentimos que estamos a manipular.
A fronteira entre persuadir, motivar, incentivar e manipular é muito ténue.

Como a distinguimos? Durante algum tempo pensei que era fácil de distinguir. Tinha a ver com moral. Tinha a ver com princípios. Com valores.

Mas onde está a balança que mede os valores e princípios do manipulado e do manipulador? Quais serão os mais certos?
Mais tarde aprendi a sentir. A escutar o que a minha bússola interior me dizia. Só isso conta. Cada um pode e deve escutar e agir segundo esse sopro.
E (re)aprendi também que um papel não existe sem o outro.

Se não existir manipulado, não existe manipulador. Ponto!

Por isso, no momento em que te reconheças num desses papéis (e não os desejares viver), larga! Simples.

Alguém pode querer muito manipular-te, mas compete-te decidir se estás disposto a desempenhar esse papel. O poder (de largar) está em ti!
Podes estar a manipular alguém, mas compete-te decidir se estás disposto a desempenhar esse papel. O poder (de largar) está em ti!

Não te deixes arrastar manipulando ou sendo manipulado.

Arrisca!

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