Sentes o que dizes?

Sentes o que dizes?

E dizes o que sentes?

Gosto das palavras que trazem tudo e não trazem nada.

Quando te dizem algo que é tão intenso que te prende, onde ficas tu nessa palavra?
Quantas vezes te dizem “Isso não pode ser!”?

E assim, do nada, sem teres sido avisado, vestes um colete de forças.

Imagina assim as palavras como uma corrente de energia. Essa corrente pode entrar em ti como um input, uma tomada que te liga à corrente, ou como uma corda que te ata. Por isso, amo as palavras que soltam, aquelas que embora tenham a forma de palavra, são na verdade faíscas que entram para nos lembrar o que vive em nós, não para travar o que vive em nós.

As palavras serão talvez a energia mais usada e (ab)usada por todos nós; muitas vezes sem percebermos que elas transportam energia em movimento, em ação e com alto poder de transformação.

Já imaginaste como seria se pudéssemos ver essa energia? Como ela nos atinge, nos liga ou separa dos outros. Acho que faríamos melhor uso delas.

Mas sabes, não a podes ver. Mas podes sentir. Por isso sente o que dizes.

Arrisca.

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