Diz-me como!

Diz-me como!

Vá lá, diz-me como!

Durante anos li e li textos, ensaios, dissertações, teses, pesquisas e estudos sobre questões que viviam em mim e para as quais queria respostas!
De todas essas leituras ficava muitas vezes um vazio. Sim! Fazia tudo sentido. Ressoava. Mas como pôr em prática tudo isso?
E é aí que, fruto dessa vontade genuína de viver, aquilo em que acreditava, a vida me foi trazendo as oportunidades de “saber” na pele o que as leituras me lançavam na mente…

E começa uma viagem…
A viagem! A maior de todas. Dentro de mim. E que viagem… Que coragem é preciso ter!
É tao mais fácil viajar lá fora e julgar, rotular e responsabilizar os outros.
A nossa viagem aqui só começa quando entramos dentro de nós. Com honestidade e coragem. E nos amamos como somos e nos abraçamos e cuidamos. E tomamos consciência do que vive em nós!
E se a tua vozinha te diz que estás a ser muito lamechas, espiritual ou introspetivo… Esquece! São só rótulos! Larga-os!

Então, vamos a conselhos práticos?
Para hoje um desafio “Simples”.
Achas que tens 30 minutos para ti?
Senta-te num sítio tranquilo, música calma (posso sugerir) e uma posição confortável…
E respira… Sem esforço… Sem contagem… Respira…
Inspira e expira como o fazes sempre… Como algo adquirido… Natural…
Mas acompanha o percurso que essa energia vital faz… Acompanha-a enquanto percorre o teu corpo… Ao som da música, torna-te um com essa corrente… Como se tratasse de uma dança…
Não, não tens que sentir nada em especial…

Numa primeira fase pode acontecer que os teus pensamentos também queiram fazer parte dessa dança. Poderão surgir, tal vento norte desenfreado. E tu? Observas. Eles irão assim como vieram. São apenas cargas positivas e negativas de um gerador que se encontra em modo de paragem progressiva.
E aos poucos… Esses pensamentos poderão detonar emoções, também elas com cargas negativas e positivas.
E tua não vais tentar livra-te delas. Vais apenas assumir que são tuas. Não… Não são culpa do stress do trabalho, dos colegas, da família, do teu companheiro ou pressões do dia a dia…
Observa e agora… Vais aos pouco largando a história que disparou essa emoções…
Ficas tu e elas…
E aos poucos… Ficas tu… Porque afinal são parte de ti.
E quando assumires que são tuas vais amá-las, só não as amas e cuidas porque pensas que estão fora de ti…
E quando as amares, a tua vida transforma-se…

Reclamaste o teu Poder!

Parabéns!

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